sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Penso. Logo...

Aqui em Portugal essa frase pode ser terminada de três maneiras. A clássica, "Penso. Logo existo" e as duas (para mim) novas maneiras. Estas eu prefiro explicar com um exemplo que acabou de me ocorrer na biblioteca da faculdade.

Uma colega italiana chega perto de mim e diz, sussurando: "Raquel, tens um penso?". O Well, também brasileiro que está ao meu lado, vira-se pra mim, rindo, e diz: "Como é que vc sabe se ela está te dizendo que quer um band-aid ou um modess?" Eu, então, tiro da minha bolsinha de primeiros socorros um O.b. e entrego a ela. Ele ri. "Vc já sabia..."

Penso, logo menstruo.
Penso, logo estanco-me.

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