Deolinda, grupo de música popular portuguesa, são muito mais que fado, ... e tudo o mais que a música contém. O vídeo é de uma música chamada "Garçonete da casa de Fado" (Aqui não se diz Garçonete, diz-se "Empregada de mesa") e é uma homenagem ao Brasil.
Assunto que gera uma certa polêmica, na verdade... Na primeira estrofe, ela diz "Eu sou brasileira e já arranho o português." Brasileiro, afinal, fala ou arranha português?
Assunto que gera uma certa polêmica, na verdade... Na primeira estrofe, ela diz "Eu sou brasileira e já arranho o português." Brasileiro, afinal, fala ou arranha português?
5 Fala pra mim!:
Pois nos diga vc que é entendida no assunto amiga, eu realmente estou a me perguntar hohoho
Acho nunca perguntei, mas em que cidade de PT vc está?
Eu queria achar graça na introdução dela...porque sei que a intenção é mesmo esta. Mas é mais forte do que eu: fico constrangido. Sei que não devia levar a sério estas bobagens mas sei lá, não desce.
Só para acabar, Olha isso aqui: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1344674
um artigo do Público sobre o acordo nas escolas daqui. Depois vai nos comentários lá embaixo e veja o que escreveu o Daniel Arantes, de Goiânia! rssss
Olá!
Passei por aqui e li este teu post sobre a canção dos Deolinda, tal como no post do Wellington. Sinceramente não vejo razão para a reacção e não estou de acordo com o que escreveram! Conhecendo os Deolinda, percebemos que são uma banda de excelente e fino sentido de humor. Se há critica nesta canção é aos portugueses e à sua forma pouco hábil de lidar com o fado e consigo próprios. Nada mais!
Vejo isto como um tipico gracejo: falar português aqui é usar termos mais idiomáticos de Portugal, como "freguês". Por favor não confundam nem manipulem as coisas... com um fósforo na mão nem todos são incendiários e os Deolinda só queimam a quem tem palha na cabeça... :)
beijinhos
Não podia estar mais de acordo com a Ana Seixe. Aliás deixei um comentário (cm anonomo) no blog do Welligton em que digo precisamente que ela critica os portugueses, pois "no Brasil casa de fado, não seria mole assim" (Deolinda).
Concordo que a intenção era homenagear. Gosto do Cd, inclusive escuto com frequência, mas ainda acho que aquele pequeno excerto dá pano pra manga. Como disse a Isabel nos comentários do post do Imigrante Sofre, preconceito por preconceito, brasileiros e portugueses, estamos quites: é verdade. O difícil é ser a parte que sofre - e é isso que faz criar a palha na cabeça.
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