segunda-feira, 29 de junho de 2009

Lisboa em 15 pontos - nº1


Os últimos acontecimentos desta minha vida lisboeta me têm feito pensar a respeito do tanto que amo ou odeio morar aqui. Se talvez tivesse tirado as minhas conclusões há mais ou menos 6 meses, tenho a certeza que conseguiria ver somente os pontos negativos. Que bom que as coisas mudam. Por isso resolvi primeiro escrever em 15 pontos as coisas que EU AMO em Lisboa (e, num segundo momento, as coisas que cá odeio).

As quinze coisas que amo em Lisboa, por Raquel Mendonça.

1. O sol.
2. A língua portuguesa e todas as variantes que se vêem aqui.
3. A praça do Rossio.
4. As livrarias da cidade.
5. O vinho.
6. O hábito de tomar café.
7. A biblioteca da FLUL.
8. A proximidade com a praia.
9. O Santos lisboeta.
10. A valorização e o fácil acesso à cultura, poesia e literatura.
11. Alfama.
12. Os amigos que fiz aqui, tão internacionais.
13. O fa(c)to de ser fácil encontrar produtos brasileiros em qualquer supermercado.
14. Fernando Pessoa.
15. o "pá".

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Cheira a Lisboa

terça-feira, 16 de junho de 2009

Pará... o quê?

O Luiz Viana David lançou uma questão em seu blog, sobre o gentílico de quem nasce em Pará de Minas, Minas Gerais, a cidade do meu querido paizinho. A questão era que nunca se soube exatamente se o tal gentílico seria paraense, paraminense, paraense de Minas, pará-mineiro e alguns outros. A minha vida toda eu ouvi da boca dos meus familiares paraminense e, pra falar a verdade, nem sabia que essa dúvida existia. Quando eu lia paraense (algo não tão difícil assim de se encontrar nos comércios da cidade) sempre achei estranho mas nunca, na verdade, pensei sobre o assunto. O que aconteceu, então, é que o meu tio José Antônio, o Tonhão, consultou junto à Academia Brasileira de Letras (pasmem! eles têm um tira-dúvidas: ABL Responde) e descobriu:




ABL RESPONDE

Pergunta : Sou natural de Pará de Minas (Minas Gerais), onde há atualmente uma grande polêmica sobre o gentílico correto para os naturais da cidade. A maior preferência é por "paraminense", sem hífen. Estaria correto? Ou tem que ser "pará-minense". Fala-se também de "paramineiro", "pará-mineiro" e ainda de "paraense", ou até mesmo de "paraense de Minas". Seria possível determinar a forma correta? Ou é questão de gosto pessoal?

Resposta : Quem é natural ou habitante de Pará de Minas MG é paraense.


Muito mais charmoso que o tal do campineiro (Sempre odieiiiiiii isso)! Ô fado, meu Deus! Mas será que paraense pega?

domingo, 7 de junho de 2009

Ai se sesse.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Sobre o agora

“– o que é, meu amor?
- Ah, como podemos suportá-lo?
- Suportar o quê?
- Isto. Por tão pouco tempo. Como poderemos passar este tempo a dormir?
- Podemos estar silenciosos juntos, e fingir – visto ser apenas o início – que dispomos de todo o tempo do mundo.
- E a cada dia teremos menos. E depois nenhum.
- Preferias, então, não ter tido absolutamente nada?
- Não. É para aqui que sempre tenho vindo. Desde que o meu tempo começou. E quando partir daqui, este será o ponto daqui, este será o ponto central, para onde tudo correu, antes, e de onde tudo correrá. Mas agora, meu amor, estamos aqui, estamos aqui e agora, e aqueles outros tempos correm em outro lugar.” 
A. S. Byatt